Alguns de voçês já sabem que gosto muito da make up artist Inge Grognard, que trabalha para o Jed Rood. Vejam neste link o seu último trabalho!
terça-feira, 10 de Novembro de 2009
terça-feira, 20 de Outubro de 2009
quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
Marc Jacobs Winter 09
Parq
Viktor & Rolf, Fall Winter 2009/2010
Vejam este desfile. A pintura das modelos parece ter sido "copiada" da performance da Vanessa Becroft... mas mesmo assim funciona muito bem :)
http://www.youtube.com/watch?v=-PuwaXUTOrw&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=-PuwaXUTOrw&feature=related
segunda-feira, 7 de Setembro de 2009
NEARLY GOD
Este projecto teve como origem uma investigação sobre dois tipos de máscaras: as máscaras mexicanas de luta-livre e as máscaras dos super herois.
Interessa-me a pintura de pele como uma práctica ancestral que pretende acrescentar ao Homem atributos que o potenciam, que o tornam mais poderoso, que lhe acrescentam força ou coragem ou beleza, que superam a sua finitude, até mesmo a morte e que o aproximam do divino, do heroico, dos céus...
Procurei com este trabalho chegar a uma essência destas máscaras, daí o uso do p/b, que contrasta com a qualidade colorida das máscaras de luta livre mexicana e das máscaras dos super-herois.
Ambas estas máscaras estão muito associadas à fantasia do Homem e isso agrada-me muitíssimo. Enquanto que "Religio" estava muito ligada à terra, à harmonia com o mundo, aos materiais naturais, aos ciclos da vida... "Just for one day" está associada aos céus, à fantasia, ao mundo interior dos Homens.
URBAN SKIN
Este projecto surgiu de uma viagem a Berlim.
Parte de um entendimento do espaço urbano como um corpo em que a pele corresponde ao espaço público e o interior do corpo corresponde ao espaço privado.
Em Berlim, o espaço público é apropriado por parte dos seus habitantes atraves de intervenções gráficas, o espaço público é vivenciado como uma espécie de espaço privado...
há grafittis, colagens, pastilhas pelo chão... há marcas da individualidade dos seus habitantes.
Interessei-me por estas "marcas da pele urbana"...
"Respeito/Serenidade/Partilha/Silêncio/Harmonia" são as 5 regras de comportamento da cerimónia do chá e achei interessante cruzar estas regras com os desenhos urbanos que vi em Berlim.
"Carimbos" surgiu das marcas de pastilhas elásticas que encontrei em Berlim, pelo chão.
ABSTRACT
No contexto da Pintura e do Desenho sobre Pele, interessa-me reflectir sobre a pele como suporte e como matéria de trabalho.
Nesta série fotográfica, a camara fotográfica foi utilizada como meio de observação e de estudo da pele. Ao fotografar o rosto e ao aproximar-me deste através do zoom, mergulho sobre a minha pele e encontro a sua cor, a sua essência, a sua sensação, uma imagem abstracta de pele que me remete para a sensação em vez da representação.
quarta-feira, 2 de Setembro de 2009
O ser e o espaço
Há uma continuidade entre o ser e o espaço que este habita.
Como se materializa esta relação:
1) o ser, e o espaço que este ser habita, partilham das mesmas condições climáticas, ou seja, o ser e o espaço recebem a mesma energia solar, a mesma chuva, o mesmo vento, etc
2) o ser incorpora o espaço, ingerindo maioritáriamente alimentos cultivados nessa mesma zona e elaborados segundo tradições locais, bebendo a água deste local
3) o ser absorve as ondas electro-magnéticas, as vibações e as radiações desse mesmo espaço
4) o ser está exposto aos outros seres que partilham com ele este mesmo espaço
5) o ser é particularmente sensível à beleza deste mesmo espaço
É a partir desta relação, ou melhor, desta união entre o corpo e o espaço, que oiginalmente a Pintura da Pele se desenvolve.
Como se materializa esta união na Pintura de Pele:
1) nos materiais de pintura - a pele é pintada com instrumentos (ramos, pedras, etc) e com pigmentos naturais (frutos, pedras esmagadas, sangue) locais
2) nos motivos pintados no corpo - há uma linguagem básica, geralmente à base de pontos, manchas e linhas, que é ensinada de geração em geração; os motivos pintados estão em harmonia com a fauna e com a flora locais e são adequados ao tipo de corpo e de pele dos habitantes de um lugar (por ex., em Africa a cor mais usada é o branco para contrastar com a pele negra).
Como se materializa esta relação:
1) o ser, e o espaço que este ser habita, partilham das mesmas condições climáticas, ou seja, o ser e o espaço recebem a mesma energia solar, a mesma chuva, o mesmo vento, etc
2) o ser incorpora o espaço, ingerindo maioritáriamente alimentos cultivados nessa mesma zona e elaborados segundo tradições locais, bebendo a água deste local
3) o ser absorve as ondas electro-magnéticas, as vibações e as radiações desse mesmo espaço
4) o ser está exposto aos outros seres que partilham com ele este mesmo espaço
5) o ser é particularmente sensível à beleza deste mesmo espaço
É a partir desta relação, ou melhor, desta união entre o corpo e o espaço, que oiginalmente a Pintura da Pele se desenvolve.
Como se materializa esta união na Pintura de Pele:
1) nos materiais de pintura - a pele é pintada com instrumentos (ramos, pedras, etc) e com pigmentos naturais (frutos, pedras esmagadas, sangue) locais
2) nos motivos pintados no corpo - há uma linguagem básica, geralmente à base de pontos, manchas e linhas, que é ensinada de geração em geração; os motivos pintados estão em harmonia com a fauna e com a flora locais e são adequados ao tipo de corpo e de pele dos habitantes de um lugar (por ex., em Africa a cor mais usada é o branco para contrastar com a pele negra).
terça-feira, 1 de Setembro de 2009
sábado, 29 de Agosto de 2009
sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
abcd
quinta-feira, 20 de Agosto de 2009
Arnulf Rainer: Works










"Mixing and Seperating"
Orangery, 26 September 2008 to 11 January 2009
The Belvedere is showing the first comprehensive exhibition of works produced in a common effort by Arnulf Rainer and Dieter Roth, dating from 1973 to 1980. Some 150 paintings, photographs, video films, and sound installations provide an insight into one of the most exciting collaborations between avant-garde artists during the 1970s.
Arnulf Rainer (born in 1929) and Dieter Roth (1930-1998) had met in the 1960s, even before Roth’s one-man show at the newly founded Gr�nangergasse Gallery in Vienna in 1972 offered an opportunity for producing their first drawings and prints together. Rainer - who at the time already was Austria’s most influential contemporary artist on the international scene - made a room available to Roth in his studio-apartment in Vienna’s Mariahilfer Strasse, so that Roth regularly sojourned in Vienna.
In working sessions that went on for several days and nights, they created some 500 works together. Arnulf Rainer and Dieter Roth referred to their common efforts as “mixed and separated art” - depending on whether they were working four-handed on the same motif (mixed art) or whether they divided up the support in order to find different solutions for the same idea in a kind of competition. The common feature of all those works seems to be an unbridled humour, which is entirely free of self-censorship and the inhibitions that usually marked both Rainer’s and Roth’s individual careers as artists, thus allowing them to explore new territory. In addition, Rainer’s and Roth’s common oeuvre is characterised by a mixture of all possible media, which rarely occurs in such a condensed and original form. In the collaboration with Roth, Rainer’s invention of “expanded photography” - achieved by overpainting and overdrawing photographed poses and pictures of the human body - was charged with humour and explosive colours. In their series of works, photography, painting, video (partly filmed by Peter Weibel), and drawing intertwine in various ways. Records, painted artists’ books, and publications edited by the artists themselves were an attempt to become autonomous in financial matters and break free from the art trade - a primary concern of avant-garde art of the 1970s. One of the artists’ central motivations was to transgress the formal and moral boundaries of Modern Art, so that Rainer and Roth’s collaboration appears to be one of the earliest manifestations of Postmodernism.
The exhibition has been compiled in cooperation with the Deichtorhallen, Hamburg, and has been curated by Robert Fleck. The presentation is accompanied by a publication by Robert Fleck, HIER DISTANS. Arnulf Rainer, Dieter Roth & die Wiener K�nstlerboh�me der Siebziger.
quarta-feira, 19 de Agosto de 2009
"How to explain Pictures to a Dead Hare", 1965, Joseph Beuys

Só há pouco tempo é que liguei o Joseph Beuys ao Rudolf Steiner... acho consegui entender muito melhor o personagem Boys à luz das ideias de Steiner. Admiro muito a densidade do trabalho deste artista, que geralmente é reduzido a clichés pouco interessantes. Esta performance durou 3h ao longo das quais Beuys comunicou com o coelho morto, reflectindo sobre o sentido do seu próprio trabalho artístico."The Singing Sculpture", 1969
"Anti War" by Yayoi Kusama
Foi uma performance que ocorreu em 1968 em NYC, na Brooklyn Bridge, no Central Park e na Wall Street. Os performers estavam nús e tinham sido carimbados com "polka dots"... Não me interessa a dimensão politica desta performance mas sim a ocupação do corpo pela mancha/ponto e a ideia do carimbar, da repetição de um elemento simples.
terça-feira, 18 de Agosto de 2009
Vanessa Beecroft: o corpo imóvel, o corpo eterno






Vanessa Beecroft deu um enorme salto no seu trabalho (um salto muito positivo a meu ver!), quando apresentou a performance "VB64" em Queens, na Deitch Projects em Março deste ano. Esta performance ocupou 2 salas e durou 3h. Numa sala 20 mulheres pintadas de branco remetiam-nos para um funeral Siciliano renascentista, na sala ao lado, outras 20 mulheres remetiam-nos para as vítimas de Pompeia. O que mais me interessou neste trabalho, foi a forma como esta pintura, na sua simplicidade, invocou de forma tão clara a imobilidade e a eternidade do corpo.
segunda-feira, 17 de Agosto de 2009
Vienna, anos 60, Otto Muhl e Hermann Nitsch



Vale a pena olhar para a documentação dos trabalhos/performances de Otto Muhl e de Hermann Nitsch. São impossíveis de esquecer ou de confundir... interessa-me a forma como ambos os artistas conseguiram ir tão longe dentro dos seus trabalhos, explorando um mundo de referencias que é intrinseco à vivência de um corpo, ou melhor, à vivência do corpo da espécie humana.Elke Krystufek


Elke Krystufek estudou com Reiner e como tal descende da linha do Action Painting de Viena, embora o seu trabalho se foque mais na emancipação pessoal desta artista. O seu trabalho foi escolhido para representar o pavilhão austriaco na última Bienal de Veneza (primeira imagem), o que revela a sua pertinencia no mundo actual. Mais uma vez a performance é o pano de fundo deste trabalho.Yves Klein - Anthropometries of the Blue Period and Fire Paintings (1960)
Um video muito interessante sobre corpo e pintura em que a performance das modelos se torna mais importante que o resultado final!
http://www.youtube.com/watch?v=bPZ_thtE4kk
http://www.youtube.com/watch?v=bPZ_thtE4kk
domingo, 16 de Agosto de 2009
quarta-feira, 8 de Julho de 2009
Pintura Corporal
domingo, 21 de Junho de 2009
segunda-feira, 25 de Maio de 2009
Religio
domingo, 24 de Maio de 2009
Na Parq
Está uma entrevista minha na revista Parq, na página 10, a respeito da minha exposição "Religio" que vai inaugurar no próximo dia 4 de Junho. A Parq é distribuida gratuitamente me cafés, bares e lojas. Eu encontrei a minha na loja Diesel do Chiado. A revista está online em:
www.issuu.com/parqmagazine
Jorge Molder
Joanna Kane
Susana Mendes Silva
sábado, 2 de Maio de 2009
Francine Spiegel

Esta artista fantástica habita em NYC. Faz retratos de mulheres pintadas e explora um universo muito particular. Quem conhece o trabaho do Paul McCarthy pode encontrar aqui algumas afinidades entre estes dois artistas, mas, para mim, estes retratos em acrílico são excelentes exemplos da pintura sobre corpo levada a um limite.
segunda-feira, 27 de Abril de 2009
Entrevista por Gustavo Welcker p/ a Parq
Um cheirinho de uma entrevista recente que irá sair na Parq lá para Junho.GW: Existe, então, uma História da Pintura de Pele?
IP: Sim, uma história contada pelo corpo, que começa (acidentalmente) com o Homem Primitivo e que persiste até à cidade mais cinzenta do tempo presente.
GW: E de que trata?
IP: É difícil responder-te… pessoalmente, acho que a História da Pintura de Pele assenta num entendimento da Pele enquanto limite físico e simbólico do Eu. A Pele é uma “muralha” que se impõe entre nós e o mundo. A História da Pintura de Pele vem dar uma resposta a essa condição de solidão do Homem. Visa ultrapassar e compensar esse “fechamento”.
domingo, 15 de Março de 2009
domingo, 8 de Março de 2009
A visibilidade dos gestos irreflectidos

Ao longo do dia tocamos várias vezes no nosso rosto. Geralmente esses gestos são irreflectidos.
Quando o rosto está maquilhado, este conjunto de acções irreflectidas, passam a ser performadas com extremo cuidado, ou mesmo não performadas, já que tal pode comprometer o aspecto cuidado da maquilhagem.
Gera-se assim uma tensão, ou mesmo frustração, em torno destas acções/gestos que entram em conflito com a maquilhagem, já que podem interferir na nossa aparencia, passando assim de "invisiveis" para "visiveis". É exactamente esse lado visivel destes gestos que me interessa.
Quando o rosto está maquilhado, este conjunto de acções irreflectidas, passam a ser performadas com extremo cuidado, ou mesmo não performadas, já que tal pode comprometer o aspecto cuidado da maquilhagem.
Gera-se assim uma tensão, ou mesmo frustração, em torno destas acções/gestos que entram em conflito com a maquilhagem, já que podem interferir na nossa aparencia, passando assim de "invisiveis" para "visiveis". É exactamente esse lado visivel destes gestos que me interessa.
No meu próximo trabalho vou partir destes gestos quotidianos para desenvolver um conjunto de imagens sobre este tema.
A imagem desta mensagem é um trabalho recente, intitulado "Constelação", que desenvolvi para a minha próxima exposição "Religio".
sexta-feira, 6 de Março de 2009
Exercitar o coração na Moda Lisboa Estoril

Segundo a medicina chinesa, a Mente está localizada no coração. O coração está ainda associado à fala, à língua e ao elemento fogo. O coração é o orgão que nós, ocidentais, associamos a coragem, a alegria, a compaixão e a vitalidade. É também o símbolo do amor...
O coração é o centro simbólico da próxima ModaLisboaEstoril. "Heartcore" realiza-se na Cidadela de Cascais nos dias 12, 13, 14 e 15 de Março.
Mais uma vez é solicitado ao público uma presença activa. Somos abordados com perguntas, respostas e desafios. "De que fibra é feito o seu coração? De vitalidade, de criação, de energia. Por quem bate o nosso? Pelos que, assim como nós, acreditam, insistem, aperfeiçoam e naturalmente se afeiçoam. (...) Contamos connosco - e convosco. (...) O coração é um músculo. Exercite-o."
Brilho, vontade, encantamento, intervenção, criatividade e solidez são as palavras de força! Uma edição que ambiciona unir, UNIR-NOS... fazer das fraquezas força e das dificuldades imaginação. Ser voluntariosa, frontal, virtuosa, e acima de tudo, muito muito inspiradora!
Brilho, vontade, encantamento, intervenção, criatividade e solidez são as palavras de força! Uma edição que ambiciona unir, UNIR-NOS... fazer das fraquezas força e das dificuldades imaginação. Ser voluntariosa, frontal, virtuosa, e acima de tudo, muito muito inspiradora!
MODALISBOA WEBSITE: http://www.modalisboa.pt/
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