terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

Carimbos para pele




Tenho andado a desenvolver carimbos para pele em terracotta. Estes são alguns dos meus favoritos... Neste momento estão expostos no Museu Municipal Manuel Soares de Albergaria, do Carregal do Sal. Se passarem lá perto... já sabem! É um museu muito giro :) foi feito por um senhor local que nos anos 50 escreveu aos artistas portugueses mais conhecidos pedindo-lhes que lhe enviarem peças para ele poder abrir um museu na sua terra. E os artistas enviaram! Do João Vieira à Vieira da Silva. E abriram um belo museu com um uma bela colecção de trabalhos!

segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Michelle Phan


Nos últimos dois dias tenho aprofundado o trabalho da maquilhadora Michelle Phan e sou fã! É totalmente inspirador o trabalho dela!!!!!!!!! Apesar da Michelle ser muito "poppy", ela consegue inovar em muitos aspectos. Adorei ouvir as suas reviews ilegais sobre produtos de maquilhagem e beleza nas drugstores americanas! E fiquei admirada por saber que ela trabalha para o Jed Rood (http://www.jedroot.com/makeup/mp1/phan-bio.php) e que tem a sua própria marca de produtos para pele (http://www.iqqubeauty.com/int/index.php). Amazing!

Máscara de Aspirina


Se tens pele mista com tendencia a oleosa tens que experimentar esta máscara. É otima e ainda por cima muito barata! Nos E.U.A. usa-se muito. Aqui na Europa não conheço ninguém que a conheça! A aspirina vai tratar a pele, reduzindo as zonas de pele inflamadas, fechando os poros e tornando a pele mais uniforme. Aqui vai a receita! Misturar 3 aspirinas com 5 gotas de água. Aguardar um minuto. Desfazer as aspirinas com uma colher e juntar uma colher de chá de mel. Aplicar esta mistura sobre o rosto bem limpo e aguardar 5 minutos. Lavar bem a pele com água e hidratar bem o rosto. Já está!

Unicorneo Azul @ DIF




sábado, 28 de Novembro de 2009

Este Natal quero...

Este aparelho!!!!! É uma espécie de escova de dentes da pele. Imagina o que seria não poderes lavar os dentes 2 vezes ao dia. É assim que te vais sentir depois de usar este aparelho durante uma semana... a pele fica livre de células mortas, respira melhor, fica brilhante, sem manchas nem borbulhas, bonita e absorve melhor todos os tratamentos de beleza...

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Unicorneo Azul @ NEO 2




domingo, 15 de Novembro de 2009

Performance by Julia Kristeva

"(...) while patients prefer to tell ther story on the couch, artists are able to express their feelings non-verbally. Compared to other patients, the situation of the artist is more favourable since it is determined by a creative means of expression."

sábado, 14 de Novembro de 2009

Performance by Lea Virgine

Lea Virgine was one of the first and of the few at her time to have looked at performances from a psychoanalytical point of view. Indeed, she claims that performance art cannot be looked at in any other way: 

"Performance artists do not want to be castrated by the functionalism of society. They are not pursing economic gain, but something very different, namely the liberation of the unconscious."

She describes this liberation as a violent conflict, a struggle between "desires and repulsion, permission and prohibition, latent and manifest contents, memory and resistence, castration and self-preservation, the drive for life and death, voyeurism and exhibitionism."

Performance by Hermann Nitsch

"I want to achive a state of being dominated by love, to enter the uncoscious where there are no inhibitions but only immense joy."

Performance by Thomas McEvilley

The varied appropriation of the ritual elements characteristic of performance art should be seen in the light of the 60s and the 70s, the era of the psychedelic drugs and the period when traditional religions could no longer meet the need for intense experiences. Art took over this function and thus acquired a therapeutic power.

Performance by Julia Kristeva

"Communication between people or between people and things is hardly possible without assuming an ability to feel and to feel for (...) this ability to identify is based not on a rational understanding but on an emotional bond, which, following Freud, is grounded on psychoanalytical theory."  Tales of love.

Identification was an indispensable part of the experience of performances. It led to a loss of distance and resulted in the prevailing of the affective communication and the idealisation of the object of identification.

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Inge Grognard



Gosto muito do trabalho da Inge Grognard. Ela é muito cerebral e isso é raro quando falamos sobre beleza! Vale sempre a pena acompanhar o seu trabalho:

http://blog.jedroot.com/photos/inge_grognard_paris_mens_/index.html

terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Unicorneo Azul @ Parq/Reebok

Na Parq de Outubro, o meu trabalho aparece no "add" da Reebok! Infelizmente não consegui fazer um download das imagens... por isso fica aqui o link para o site da revista.

http://www.parqmag.com/

Unicorneo Azul @ DIF








Unicorneo Azul @ Dif








quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

Marc Jacobs Winter 09

Adoro!! Bye "nude"!

Unicorneo Azul @ Parq




quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

O ser e o espaço

Há uma continuidade entre o ser e o espaço que este habita.

Como se materializa esta relação:
1) o ser, e o espaço que este ser habita, partilham das mesmas condições climáticas, ou seja, o ser e o espaço recebem a mesma energia solar, a mesma chuva, o mesmo vento, etc
2) o ser incorpora o espaço, ingerindo maioritáriamente alimentos cultivados nessa mesma zona e elaborados segundo tradições locais, bebendo a água deste local
3) o ser absorve as ondas electro-magnéticas, as vibações e as radiações desse mesmo espaço
4) o ser está exposto aos outros seres que partilham com ele este mesmo espaço
5) o ser é particularmente sensível à beleza deste mesmo espaço

É a partir desta relação, ou melhor, desta união entre o corpo e o espaço, que oiginalmente a Pintura da Pele se desenvolve.

Como se materializa esta união na Pintura de Pele:
1) nos materiais de pintura - a pele é pintada com instrumentos (ramos, pedras, etc) e com pigmentos naturais (frutos, pedras esmagadas, sangue) locais
2) nos motivos pintados no corpo - há uma linguagem básica, geralmente à base de pontos, manchas e linhas, que é ensinada de geração em geração; os motivos pintados estão em harmonia com a fauna e com a flora locais e são adequados ao tipo de corpo e de pele dos habitantes de um lugar (por ex., em Africa a cor mais usada é o branco para contrastar com a pele negra).

terça-feira, 1 de Setembro de 2009

Desenhos Urbanos Infantis





sábado, 29 de Agosto de 2009

A pele no plano do abstracto











Interessa-me mergulhar na ideia de pele, ou melhor, na sensação de pele, na pele como abstracção, como memória, como vivência. Como é essa vivência de ter pele? Como é essa sensação de pensar na pele como algo de intimo? Estas imagens são imagens micro de pele.

...

Gosto desta ideia de sentir a cicatriz da tatuagem.

sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

abcd

Gosto muito desta imagem da tatuagem de uma amiga minha. Interessa-me a forma o nosso corpo reflecte o mundo que habitamos, a pele como um espelho e o mundo como uma pele... a pele como um espelho do mundo, da mente, do intelecto, da fantasia, etc.

quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

Desenhos de Elke Krystufek, quando ainda estava na universidade







Arnulf Rainer: Himself




Arnulf Rainer: Works

















































"Mixing and Seperating"
Orangery, 26 September 2008 to 11 January 2009

The Belvedere is showing the first comprehensive exhibition of works produced in a common effort by Arnulf Rainer and Dieter Roth, dating from 1973 to 1980. Some 150 paintings, photographs, video films, and sound installations provide an insight into one of the most exciting collaborations between avant-garde artists during the 1970s.
Arnulf Rainer (born in 1929) and Dieter Roth (1930-1998) had met in the 1960s, even before Roth’s one-man show at the newly founded Gr�nangergasse Gallery in Vienna in 1972 offered an opportunity for producing their first drawings and prints together. Rainer - who at the time already was Austria’s most influential contemporary artist on the international scene - made a room available to Roth in his studio-apartment in Vienna’s Mariahilfer Strasse, so that Roth regularly sojourned in Vienna.
In working sessions that went on for several days and nights, they created some 500 works together. Arnulf Rainer and Dieter Roth referred to their common efforts as “mixed and separated art” - depending on whether they were working four-handed on the same motif (mixed art) or whether they divided up the support in order to find different solutions for the same idea in a kind of competition. The common feature of all those works seems to be an unbridled humour, which is entirely free of self-censorship and the inhibitions that usually marked both Rainer’s and Roth’s individual careers as artists, thus allowing them to explore new territory. In addition, Rainer’s and Roth’s common oeuvre is characterised by a mixture of all possible media, which rarely occurs in such a condensed and original form. In the collaboration with Roth, Rainer’s invention of “expanded photography” - achieved by overpainting and overdrawing photographed poses and pictures of the human body - was charged with humour and explosive colours. In their series of works, photography, painting, video (partly filmed by Peter Weibel), and drawing intertwine in various ways. Records, painted artists’ books, and publications edited by the artists themselves were an attempt to become autonomous in financial matters and break free from the art trade - a primary concern of avant-garde art of the 1970s. One of the artists’ central motivations was to transgress the formal and moral boundaries of Modern Art, so that Rainer and Roth’s collaboration appears to be one of the earliest manifestations of Postmodernism.
The exhibition has been compiled in cooperation with the Deichtorhallen, Hamburg, and has been curated by Robert Fleck. The presentation is accompanied by a publication by Robert Fleck, HIER DISTANS. Arnulf Rainer, Dieter Roth & die Wiener K�nstlerboh�me der Siebziger.








quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

"How to explain Pictures to a Dead Hare", 1965, Joseph Beuys


Só há pouco tempo é que liguei o Joseph Beuys ao Rudolf Steiner... acho consegui entender muito melhor o personagem Boys à luz das ideias de Steiner. Admiro muito a densidade do trabalho deste artista, que geralmente é reduzido a clichés pouco interessantes. Esta performance durou 3h ao longo das quais Beuys comunicou com o coelho morto, reflectindo sobre o sentido do seu próprio trabalho artístico.

Shigara Kazuo: o corpo à superfície


Kazuo fazia parte do grupo japonês Gutai, de "Action Art". Gosto imenso da sua performance "Challenging Mud", de 1955, em que ele se move energicamente numa poça de lama.

"The Singing Sculpture", 1969


Como a documentação das peças e das performances dos anos 60 são sempre a preto e branco, temos a sensação de que tudo era muito "preto e branco". Mas não, como podem ver na imagem acima apresentada.

"Anti War" by Yayoi Kusama

Foi uma performance que ocorreu em 1968 em NYC, na Brooklyn Bridge, no Central Park e na Wall Street. Os performers estavam nús e tinham sido carimbados com "polka dots"... Não me interessa a dimensão politica desta performance mas sim a ocupação do corpo pela mancha/ponto e a ideia do carimbar, da repetição de um elemento simples.

terça-feira, 18 de Agosto de 2009

"Loving Care", Janine Antoni, 1992-96







Vanessa Beecroft: o corpo imóvel, o corpo eterno






















Vanessa Beecroft deu um enorme salto no seu trabalho (um salto muito positivo a meu ver!), quando apresentou a performance "VB64" em Queens, na Deitch Projects em Março deste ano. Esta performance ocupou 2 salas e durou 3h. Numa sala 20 mulheres pintadas de branco remetiam-nos para um funeral Siciliano renascentista, na sala ao lado, outras 20 mulheres remetiam-nos para as vítimas de Pompeia. O que mais me interessou neste trabalho, foi a forma como esta pintura, na sua simplicidade, invocou de forma tão clara a imobilidade e a eternidade do corpo.

segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

Shigeko Kubota


Das coisas que mais gosto nos anos 60 é a forma como as pessoas não tinham medo de ser ridículas, ou seja, da forma como a sua liberdade pessoal era explorada sem o peso das regras e dos outros: "Vagina Paintings", 1965

Ana Mendieta: O corpo que marca o espaço, o espaço que marca o corpo




A memória subjectiva e colectiva do corpo, o seu interior e a forma como este se pode ou não adaptar ao exterior, são temas centrais do trabalho de Ana Mendieta. Uma atista que quanto melhor se conhece mais se gosta.

Vienna, anos 60, Otto Muhl e Hermann Nitsch







Vale a pena olhar para a documentação dos trabalhos/performances de Otto Muhl e de Hermann Nitsch. São impossíveis de esquecer ou de confundir... interessa-me a forma como ambos os artistas conseguiram ir tão longe dentro dos seus trabalhos, explorando um mundo de referencias que é intrinseco à vivência de um corpo, ou melhor, à vivência do corpo da espécie humana.

Elke Krystufek




Elke Krystufek estudou com Reiner e como tal descende da linha do Action Painting de Viena, embora o seu trabalho se foque mais na emancipação pessoal desta artista. O seu trabalho foi escolhido para representar o pavilhão austriaco na última Bienal de Veneza (primeira imagem), o que revela a sua pertinencia no mundo actual. Mais uma vez a performance é o pano de fundo deste trabalho.

Piero Manzoni, "Living Sculputures", 1961


Piero Manzoni assinava modelos, ou carimbava-os, transformando-os assim em obras de arte. Mais uma vez, o caracter performativo deste trabalho, já que o público assistia a este processo de sinalização dos corpos, parece sobrepor-se ao resultado final da obra.

Yves Klein - Anthropometries of the Blue Period and Fire Paintings (1960)

Um video muito interessante sobre corpo e pintura em que a performance das modelos se torna mais importante que o resultado final!

http://www.youtube.com/watch?v=bPZ_thtE4kk

domingo, 16 de Agosto de 2009

La ligne / A linha







Este trabalho excepcional é do Denis Oppenheim e está em grande sintonia com o trabalho que estou a desenvolver agora, sobre linha e corpo.



quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Pintura Corporal

Estava a procurar imagens para um trabalho que vou fazer amanhã e encontrei esta. Gosto particularmente das pinturas das nadegas.

domingo, 21 de Junho de 2009

Sarah Sze











Sempre que estou a preparar o meu espaço de trabalho, imagino como este seria se fosse organizado e transformado num "pequeno mundo" de Sarah Sze. Do micro ao macro, da ordem ao caos, do banal ao nunca visto, do espontâneo ao encenado...



segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Religio

Caros leitores, amigos e colegas: fica aqui o convite para a minha exposição que inaugura quinta-feira dia 4 de Junho. Conto convosco!

domingo, 24 de Maio de 2009

Na Parq

Está uma entrevista minha na revista Parq, na página 10, a respeito da minha exposição "Religio" que vai inaugurar no próximo dia 4 de Junho. A Parq é distribuida gratuitamente me cafés, bares e lojas. Eu encontrei a minha na loja Diesel do Chiado. A revista está online em:
www.issuu.com/parqmagazine

Jorge Molder

Muito interessante esta nova série de trabalhos de Jorge Molder que pode ser vista no Chiado 8 mesmo em frente à Brasileira. O seu rosto é transformado em máscara e o seu corpo em estátua. Há um tom trágico nesta sequência de imagens e é invocada a figura de pinóquio...

Joanna Kane


Estas imagens são da autoria de Joanna Kane, artista plástica inglesa. Interessam-me pela sua abordagem da pele e do rosto no contexto do retrato.

Susana Mendes Silva

Encontrei esta imagem muito inspiradora no Twitter e pedi-a à autora, a Susana Mendes Silva, uma grande artista e amiga. 

sábado, 2 de Maio de 2009

Francine Spiegel


Esta artista fantástica habita em NYC. Faz retratos de mulheres pintadas e explora um universo muito particular. Quem conhece o trabaho do Paul McCarthy pode encontrar aqui algumas afinidades entre estes dois artistas, mas, para mim, estes retratos em acrílico são excelentes exemplos da pintura sobre corpo levada a um limite.

segunda-feira, 27 de Abril de 2009

Entrevista por Gustavo Welcker p/ a Parq

Um cheirinho de uma entrevista recente que irá sair na Parq lá para Junho.

GW: Existe, então, uma História da Pintura de Pele?
IP: Sim, uma história contada pelo corpo, que começa (acidentalmente) com o Homem Primitivo e que persiste até à cidade mais cinzenta do tempo presente.

GW: E de que trata?
IP: É difícil responder-te… pessoalmente, acho que a História da Pintura de Pele assenta num entendimento da Pele enquanto limite físico e simbólico do Eu. A Pele é uma “muralha” que se impõe entre nós e o mundo. A História da Pintura de Pele vem dar uma resposta a essa condição de solidão do Homem. Visa ultrapassar e compensar esse “fechamento”.

domingo, 15 de Março de 2009

HEART Sex to CrY SaGmeiste


Há muitos exemplos interessantes de escrita sobre corpo e rosto masculino. Ficam aqui duas imagens que o meu amigo Filipe me enviou...

domingo, 8 de Março de 2009

A visibilidade dos gestos irreflectidos


Ao longo do dia tocamos várias vezes no nosso rosto. Geralmente esses gestos são irreflectidos.

Quando o rosto está maquilhado, este conjunto de acções irreflectidas, passam a ser performadas com extremo cuidado, ou mesmo não performadas, já que tal pode comprometer o aspecto cuidado da maquilhagem.

Gera-se assim uma tensão, ou mesmo frustração, em torno destas acções/gestos que entram em conflito com a maquilhagem, já que podem interferir na nossa aparencia, passando assim de "invisiveis" para "visiveis". É exactamente esse lado visivel destes gestos que me interessa.


No meu próximo trabalho vou partir destes gestos quotidianos para desenvolver um conjunto de imagens sobre este tema.

A imagem desta mensagem é um trabalho recente, intitulado "Constelação", que desenvolvi para a minha próxima exposição "Religio".

sexta-feira, 6 de Março de 2009

Exercitar o coração na Moda Lisboa Estoril


Segundo a medicina chinesa, a Mente está localizada no coração. O coração está ainda associado à fala, à língua e ao elemento fogo. O coração é o orgão que nós, ocidentais, associamos a coragem, a alegria, a compaixão e a vitalidade. É também o símbolo do amor...

O coração é o centro simbólico da próxima ModaLisboaEstoril. "Heartcore" realiza-se na Cidadela de Cascais nos dias 12, 13, 14 e 15 de Março.
Mais uma vez é solicitado ao público uma presença activa. Somos abordados com perguntas, respostas e desafios. "De que fibra é feito o seu coração? De vitalidade, de criação, de energia. Por quem bate o nosso? Pelos que, assim como nós, acreditam, insistem, aperfeiçoam e naturalmente se afeiçoam. (...) Contamos connosco - e convosco. (...) O coração é um músculo. Exercite-o."

Brilho, vontade, encantamento, intervenção, criatividade e solidez são as palavras de força! Uma edição que ambiciona unir, UNIR-NOS... fazer das fraquezas força e das dificuldades imaginação. Ser voluntariosa, frontal, virtuosa, e acima de tudo, muito muito inspiradora!